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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Cookies de Aveia com Cacau

    Adoro cookies de aveia, tanto que ultimamente tenho comprado muito os industrializados pra comer a qualquer momento, principalmente quando bate aquela fominha ou não dá tempo de almoçar... E apesar de ter várias opções diferentes e bem saudáveis no mercado, fazer cookies de aveia em casa é muito mais gostoso!


    Essa receita teve inspiração nos cookies de cacau com avelã da Nutry, que são bem crocantes, pouco doces e tem bastate gosto de cacau. Então, num sábado a noite, adaptei a receita de cookies normais para criar essa versão 100 % integral, feita com cacau 70 % e no lugar das avelãs, gotas de chocolate também 70 %.


   Não é um cookie light, é apenas uma saída mais saudável e talvez melhor do que os tradicionais. Aqui, prefira a aveia em flocos médios. Não use nem os finos, senão some do meio da massa, e nem aqueles flocos inteiros que deixam a massa se desfazendo. Tem que dar para você sentir o sabor da aveia, mas ao mesmo tempo ela tem que se unir um pouco com os demais ingredientes.


   Um ingrediente que faz toda a diferença aqui e que acredito fazer toda a diferença no cookie industrializado da Nutry é canela. Dá pra perceber direitinho o sabor dela na massa do industrializado e por isso coloquei nos meus. Canela com chocolate combina perfeitamente, principalmente se for um chocolate mais amargo.


    Infelizmente meus cookies não ficaram tão crocantes quanto eu queria, mas mesmo assim gostei bastante do resultado e com certeza farei novemente, com as avelãs, as gotas de chocolate e bastante canela em pó!

domingo, 12 de abril de 2015

Cheesecake de Oreo com Nutella

   Se cheesecake tradicional já é bom, agora imagina uma versão feita com uma massa crocante de Oreo triturada, bicoitos Oreo triturados misturados no creme e tudo coberto por uma camada de Nutella... Ah, e também algumas mini Oreos na decoração!


    Não costumava fazer cheesecake com muita frequência, já que são poucas as pessoas que curtem a combinação de queijo cremoso com doce. Isso até eu fazer a versão tradicional assada, que leva ovos no creme. O sabor do cream cheese fica bem mais sutil e a cheesecake, muito boa!



   Unindo duas receitas e depois adaptando essa junção, consegui criar a minha própria receita de cheesecake. Uma das usadas foi a Cheesecake de Oreo com Doce de Leite da Dani Noce e a outra foi uma tradicional que fiz durante as aulas de confeitaria na faculdade.


   Outro ponto que contribuiu para uma cheesecake com sabor bem leve de queijo,foi não colocar toda a quantidade de cream cheese que ambas receitas usadas como base mandavam. Ao invés de 700 g, coloquei apenas 500 g, o açúcar, os ovos, limão e baunilha, além de 100 g de Oreo triturada com o recheio.


    A Dani cobriu a cheesecake de Oreo dela com doce de leite e eu super curti a ideia, deve ficar muito bom também, mas admito que Nutella combina bem mais com Oreo. E cá entre nós, não tem nada mais delícia e gordice do que combinar os dois numa receita só.


   Dá pra você fazer tanto uma cheesecake grande (de 20 cm de diâmetro) ou assar mini cheesecakes, a única coisa importante é só prestar a atenção no tempo de forno e no ponto do creme, que deve ficar cremoso depois de frio.


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Naked Cake de Pêssegos com Amaretto

  Semana passada foi aniversário do meu pai e infelizmente só deu pra comemorar no domingo passado. Mas valeu a pena esperar, porque fiz Nhoque de Ricota e um Naked Cake com Pêssegos em Calda e biscoitos Amaretto para a comemoração.


   Esse semestre tenho aula de Cozinha Italiana na faculdade, então estou aprendendo as mais deliciosas receitas clássicas italianas e outras nem tão conhecidas. Esse cardápio de hoje foi inspirado na minha última aula, onde fizemos nhoques de ricota com cogumelos. Já postei uma receita bem semelhante aqui no blog, mas com molho de tomates e por isso preferi não postar de novo.


   Já para o naked cake, me inspirei na sobremesa Pesche Ripiene con Amaretti ou pêssegos assados em espumante Moscatel recheados com creme de confeiteiro e biscoitos amaretto. Adorei esse recheio, que é um creme de baunilha misturado com parte da polpa dos pêssegos, os biscoitos amaretto, amêndoas e licor de amêndoas.


   Como é díficil de encontrar bons pêssegos frescos nessa altura do ano, usei pêssegos em calda picados no creme e ao invés das amêndoas, nozes, já que não encontrei amêndoas no supermercado. O licor pode ser tanto o Amaretto quanto o Frangélico, ambos italianos e de muito boa qualidade. Caso você não encontre ou não queira, não precisa colocar.


   Pra quem não conhece, amaretto são biscoitos italianos feitos com claras de ovo, açúcar e farinha de amêndoas. Dá pra fazer em casa, mas os comprados prontos são melhores. Geralmente você encontra para comprar em lojas de produtos impotados, empórios, etc.


domingo, 22 de março de 2015

Bacalhau à Bráz e Bolo de Legumes Integral

   Reconheço que este ano não rolaram receitas para a Páscoa, ando meio ocupada, e por isso nem tempo de cozinhar tenho mais. Mas pelo menos consegui trazer essas duas receitas para vocês fazerem no almoço da Sexta-feira Santa ou mesmo do domingo de Páscoa: um Bacalhau à Brás acompanhado por Bolo de Legumes Integral.


   Este bolo de legumes é uma receita da minha avó, para reaproveitar sobras de legumes refogados ou usá-los frescos mesmo. Já tinha postado aqui no blog, mas como as fotos estavam bem zoadas, preferi excliur o post e fazer outro. Não é para ficar um bolo fofinho e com massa bem desenvolvida, na verdade, ele deve ficar bem denso, com muitos vegetais e a farinha deve entrar apenas para unir tudo. Por este motivo, desda vez troquei a comum pela integral e deu super certo!


   Foi a primeira vez que eu fiz Bacalhau à Brás, aquele feito com bacalhau desfiado puxado no azeite com cebolas e alho e depois misturado com batata palha e ovos mexidos. Antes de servir, basta um cheiro-verde, uma salada e um pedaço desse bolo de legumes ou um arroz branco para a refeição ficar completa.


    Às vezes, durante a semana, trocamos o bacalhau por atum enlatado.  É claro que com o bacalhau fica melhor, mas não é todo dia que dá pra comer bacalhau, né, então é bom ter outras opções para o dia a dia e guardar o bacalhau para servir nessas ocasiões especiais.


   São duas receitas bem caseiras e por isso hoje não vou colocar medidas em gramas. É pra fazer as duas sem pressa e sem preocupação...  

quinta-feira, 19 de março de 2015

Creme de Papaia com Calda de Cassis

   Sobremesa fácil e clássica nos restaurantes, mas em uma versão menos calórica do que a tradicional. Ao invés de bater o papaia com sorvete de creme, preferi usar iogurte grego desnatado, pra comer em qualquer dia da semana e sem peso na conciência.


   Até então nunca tinha parado para pesquisar o que era cassis e também nunca tinha tomado o licor. Eu não sabia o que estava perdendo... Cassis é uma espécie de groselha negra, muito usada para fazer licores e caldas. Comprei uma garrafa desse tal licor que todo mundo fala e acabei experimentando dele puro. Adorei! É perfeito para usar nas caldas de molhar bolos de frutas vermelhas ou para servir junto com uma sobremesa de chocolate.


    Ou ainda para fazer a calda do Creme de Papaia. Nessa minha receita mais light, optei por ferver o licor apenas até reduzir um pouco, cerca de 1/4 do volume inicial. Não acrescentei mais açúcar pois o licor já é bem doce e por isso, no final, minha calda ficou bem líquida.


   Se você preferir a receital tradicional, é só substituir o iogurte grego pela mesma quantidade do sorvete de creme.


sábado, 14 de março de 2015

Fofura de Limão

   É um bolo de limão, daqueles com cara de bem caseiro, que a gente encontra sobre a mesa da casa da vó, assado na forma de buraco no meio, alto, fofinho e com uma cobertura densa, doce e levemente azedinha escorrendo, mas ainda deixando parte da massa à mostra.


    Aqui em casa a gente faz essa receita já faz um bom tempo, aliás, ela é da Palmirinha. Foi minha avó que começou a fazer esse bolo e de tanto sucesso que fez na família, pegamos a receita. Ele é bem fácil de fazer, tem que ser batido na batedeira pra ficar bem fofinho, como o próprio nome já diz.


   A cobertura original é apenas leite condensado misturado com suco de limão até formar um creme mais espesso, mas não acho que ele fique com uma consistência boa de espalhar sobre o bolo e criar um efeito "escorrido" então preferi acrescentar à essa mistura um pouquinho de manteiga e levar ao fogo, cozinhando igual um brigadeiro, até atingir o ponto "de colher".


   Uso sempre limão tahiti na receita inteira por ser mais barato e fácil de encontrar. O suco e raspas da casca vão na massa e depois uso mais suco na cobertura, mas se você prefere o aromático e mais "adocicado" limão siciliano, sinta-se à vontade para trocar. 


   Aquele bolinho perfeito pra comer no chá da tarde, com um cafezinho ou chá e que faz qualquer um abrir mão da dieta!


domingo, 8 de março de 2015

Nhoque de Batata Doce e Frango com Alho Poró

   As aulas na faculdade voltaram, assim como a correria, tanto que nem tenho tido tempo para postar aqui no blog. Fotos já começam a se acumular, vários comentários para responder, mas aos poucos vou colocando tudo em dia. E finalmente hoje consegui trazer uma receita para vocês, de Nhoque de Batata Doce com molho de tomates, sem glúten e sem lactose, e um franguinho com alho poró super fácil para acompanhar!


   Esses dias vi uma receita de nhoque de batata doce durante a minha busca por receitas mais naturais e menos calóricas e decidi fazer minha própria versão, sem glúten e sem lactose. No lugar da farinha de trigo usei fécula de batata e da manteiga, azeite. Acrescentei na minha massa parmesão, eu sei que você deve estar falando "mas Ana, você disse que o Nhoque é sem lactose", eu sei, só que como ninguém aqui em casa tem intolerância, achei que um sabor a mais não faria mal a ninguém.


    Os nhoques ficaram super leves, mas correm o risco de desmanchar quando cozidos por muito tempo. Quando subirem à superfície da panela, você deve retirar imediatamente, senão eles ficam muito moles e começam a desintegrar.


   Para acompanhar o nhoque fiz um Frango com Alho Poró que por sinal já tinha publicado a receita aqui no blog mais ou menos um ano atrás. É um prato bem rápido também, já que você só precisa dourar os cubos de frango em azeite e depois saltear rapidamente com os vegetais: alho, alho poró e cebola. A versão original levava bacon picadinho e achei que seria sacagem não colocar desta vez já que seu sabor salgado e defumado combinaria direitinho com o adocicado do nhoque.
    

    Escolhi um molho tradicional de tomates caseiro, é claro, para cobrir meus nhoques de batata doce e ainda feito com cenoura.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Petit Gâteau

    Repost: Petit Gâteau, porque último dia de férias merece #gordice!
   E finalmente, depois de quase três meses em casa, volto nesta segunda ao normal. Quer dizer, para a faculdade, para São Paulo e para os estudos diários. Não queria escorregar na dieta que estou fazendo, mas não consegui resistir e acabei fazendo Petit Gâteau para comer até cansar e para melhorar as fotos da receita que já estava aqui no blog.


    Essa receita que eu costumo fazer na verdade é francesa, de um livrinho de sobremesas clássicas, e por isso leva o nome de Coulant au Chocolat e não Petit Gâteau. De qualquer maneira, ambos são basicamente a mesma coisa, só muda mesmo a região onde cada um é feito, pois o resultado final é igual.


   A massa leva chocolate em barra derretido e cacau em pó e como usei um chocolate ao leite e não amargo 70% como mandava, preferi diminuir a quantidade de açúcar. Bem gordo esse bolinho, eu sei, já que ainda vai um monte de manteiga, ovos e farinha, mas vale cada colherada quentinha e cremosa depois.


    Acho que o maior segredo e o mais difícil é conseguir deixar o Petit Gâteau no ponto, ou seja, com uma fina camada externa assada no ponto de bolo e o interior líquido e quente, ao ponto de escorrer por todo o prato quando cortado com uma colher. E tudo isso vai depender da sua intimidade com o seu forno, porque pelo menos pra mim essa coisa de seguir o que as receitas falam nunca dá certo. No meu caso levei uns 15 minutos a 200ºC para chegar nesse resultado então será essa a base que darei para vocês.


   E para acompanhar, claro, não podia faltar um sorvete. Geralmente é de creme, mas hoje foi um sorbet de frutas vermelhas industrializado e de baixa caloria para compensar as calorias do Petit Gâteau.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Amsterdã, Queijo Gouda, Stroopwafels e Suco de Maçã

   Iniciando agora a segunda parte da série de posts da viagem do fim do ano passado. Saí de Paris na madrugada de sábado e parti em direção a Amsterdã. Viagem rápida, apenas 1 hora de vôo, tanto que nem deu tempo de ler a última revista de confeitaria que comprei no aeroporto e muito menos o guia de conversação de holandês. Só deu tempo mesmo de escutar umas músicas e comer o tão cobiçado chocolate Galak com Spéculoos.

Revista para ler durante a viagem, chocolate Galak com Spéculoos, guia de holandês, passaporte e #partiuAmsterdã!


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Sorbet de Manga com Calda de Groselha

   Sim, eu fui contaminada pela onda saudável! E sim, também entrei numa dieta. Bom, dieta não, mas digamos.... uma reeducação alimentar para perder uns quilinhos extras. Esta semana criei coragem, marquei a nutricionista e enfim subi na balança de vez, pra ver o estrago da viagem, das férias, das gordices dos finais de semana e da gastronomia... 7 quilos foi o que tudo isso me causou!


   Depois dessas revelações, as escolhas eram: ou paro com minhas gordices ou engordarei ainda mais. Preferi ficar com a primeira opção, já que como a própria nutricionista falou, minha dieta diária é super completa, variada e balanceada, mas é no final de semana e durante as aulas na faculdade que acabo descendo do salto e perdendo todo o controle. Já tinha começado a fazer algumas receitas mais lights no final de semana, mas agora tomei a decisão de cortar tudo que for gordice até pelo menos eu eliminar essas gordurinhas extras. Mas não basta apenas deixar de comer comidas calóricas, é preciso acima de tudo consumir muitos legumes, verduras, frutas, água e praticar uma atividade física, coisa que nunca fiz.
   Ainda não me matriculei na academia, estou deixando isso para quando voltar para São Paulo e para a faculdade, mas já comecei a incluir ainda mais alimentos saudáveis nas minhas refeições, que também se tornaram mais frequentes. E já estou na caminhada (literalmente) para conseguir chegar lá, meu peso do Ensino Médio!


    E para inaugurar, como já tem muita receita gordice aqui no blog, um Sorbet de Manga do ICKFD, sem glúten, lactose e nenhum tipo de conservante, aromatizante ou adoçante. Completamente natural e feito apenas com a manga congelada e depois processada até formar uma pasta lisa. Dá super certo, o sorbet fica lisinho e leve e você pode comer sem culpa a qualquer hora do dia.


   Para não servir apenas o sorbet puro, você pode fazer uma calda rápida reduzindo aqueles xaropes de groselha lights em fogo baixo e depois misturar no sorbet antes de levar ao freezer para endurecer. Montei a tacinha com uma bola do sorbet, alguns pedacinhos de kiwi e granola para dar uma crocância.